domingo, 14 de outubro de 2012
588. Cheques - dentistas: Usa alunos para burlar o Estado
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
586. Saúde Oral: um complot completo em Portugal
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
585. BRASIL: autoridades zelam pela saúde oral da população
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
584. SINAS@Saúde.Oral
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
sexta-feira, 20 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
581. SUGESTÃO: estágio obrigatório de 1 ano nos centros de saúde do S.N.S.
domingo, 24 de junho de 2012
580. Ameaça à saúde em 50 falsas clínicas dentárias
* * *
domingo, 17 de junho de 2012
579. Estudo a que alunos da Casa Pia foram sujeitos cumpriu todas as "leis e convenções nacionais e internacionais"
domingo, 10 de junho de 2012
578. SAÚDE ORAL EM PORTUGAL: Experiências médicas em crianças da Casa Pia
Experiências médicas em
crianças da Casa Pia
sábado, 26 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
576. A saúde oral em Portugal descrita por si
domingo, 6 de maio de 2012
575. Dentista monta burla milionária à Polícia
quarta-feira, 25 de abril de 2012
574. Estudo diz que excesso de radiografias dentárias aumenta probabilidade de tumores cerebrais
sábado, 21 de abril de 2012
573. Gengivite e suas causas
quinta-feira, 12 de abril de 2012
572. Cáries do biberão: saiba o que são e como preveni-las
quarta-feira, 4 de abril de 2012
571. Dentistas: autoridades têm "mais vontade de actuar" contra prática ilegal
O bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas diz que não se pode falar num aumento de casos de prática ilegal, mas sim de uma maior “vontade de actuar” das autoridades competentes, avança a agência Lusa. Em reacção à condenação, conhecida na sexta-feira, dos proprietários (um médico dentista e uma médica cardiologista) de três clínicas dentárias não licenciadas nos concelhos de Olhão, Loulé e Tavira, Orlando Monteiro recorda, em declarações à Lusa, que já “há bastante tempo” que se registam “muitas situações de clandestinidade na área da medicina dentária”.
Orlando Monteiro adiantou que o caso do médico dentista condenado na sexta-feira está a ser avaliado pelo conselho deontológico e de disciplina, que poderá decretar a sua suspensão ou expulsão. Os proprietários das três clínicas dentárias encerradas no Algarve em Abril de 2011 foram condenados a penas suspensas por auxílio e angariação de mão-de-obra ilegal, falsificação de documentos e usurpação de funções. A investigação iniciou-se em Setembro de 2010, por indícios de que o casal recrutava trabalhadores estrangeiros através de anúncios publicados na internet, em páginas portuguesas e brasileiras.
O bastonário dos dentistas elogia “a celeridade da justiça”, recordando que “é bastante razoável” haver já uma sentença para vistorias feitas em Novembro de 2010. Sublinhando que a articulação entre as diversas entidades competentes – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Entidade Reguladora da Saúde e Ordem dos Médicos Dentistas – “nem sempre é fácil”, o bastonário nota os “passos na direcção certa que têm permitido detectar este tipo de situações”. Porém, alerta, apesar da suspensão de actividade, estas clínicas ilegais “muitas vezes reabrem com nomes diferentes”. Foi o que aconteceu no caso das três clínicas do Algarve, em que os proprietários agora condenados, “voltaram a abrir noutro local”, relata.
Rcmpharma* * *
A actual crise económica exige medidas urgentes de apoio à população carente. É necessário dotar o país de profissionais de saúde oral altamente competentes e dêem respostas às reais necessidades do país; o combate à ilegalidade na prestação de cuidados de saúde oral faz-se também de forma preventiva, valorizando as intervenções sociais de apoio à comunidade e dando oportunidades de formação aos profissionais que dela necessitam para ficarem com as competências necessárias para o exercício da profissão.
Outra vertente a valorizar será o trabalho conjunto entre todas as organizações intervenientes na prestação de cuidados de saúde oral; só um trabalho em conjunto entre o Ministério da Saúde, a Direcção – Geral de Saúde e todas as associações profissionais e académicas dentárias e de cuidados de saúde oral poderá obter resultados positivos e em benefício de toda a população.
terça-feira, 20 de março de 2012
570. Especialidades Odontológicas
DENTÍSTICA: É uma especialidade odontológica que se ocupa da prevenção e do tratamento das doenças e defeitos que afectam os dentes naturais. É a parte da Odontologia que cuida das restaurações dentárias.
DISFUNÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR E DOR OROFACIAL: A especialidade pretende estimular pesquisas e estudos científicos para compreender melhor o diagnóstico e o tratamento das dores e desordens orofaciais.
ENDODONTIA: Especialidade da Odontologia que trata dos procedimentos terapêuticos dos condutos radiculares. É o tratamento de canal.
ESTOMATOLOGIA: É a especialidade da Odontologia que estuda a boca e suas doenças.
IMAGINOLOGIA DENTO-MAXILO-FACIAL: É o nome hoje dado à Radiologia dentária. Trata-se de tomadas radiográficas no consultório dentário. Existem vários tipos de radiografias da qual o radiologista pode lançar mão na Odontologia. As mais comuns são a periapical, a interproximal e a panorâmica.
IMPLANTODONTIA: É a área da Odontologia que trata dos implantes dentais. É um novo campo da Odontologia que envolve a reconstrução de dentes perdidos e suas estruturas de suporte.
ODONTOGERIATRIA: Parte da Odontologia que cuida da saúde bucal das pessoas idosas. É uma especialidade recente, mas que veio para ficar, pois, com o aumento da vida média das pessoas, juntamente com os aspectos preventivos que vêm sendo usados, cada vez mais pessoas da terceira idade estão necessitando de cuidados odontológicos.
ODONTOLOGIA DO TRABALHO: A Odontologia do Trabalho busca a prevenção da saúde bucal do trabalhador, uma vez que muitas doenças ocupacionais comprometem a saúde bucal individual e colectiva dos trabalhadores, demandando abordagens especiais sobre o ambiente de produção, com o diagnóstico e a redução de riscos.
ODONTOLOGIA LEGAL: É a especialidade que tem por objectivo a pesquisa de fenómenos psíquicos, físicos, químicos e biológicos que podem atingir ou ser atingido pelo homem, vivo ou morto.
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS: Tem como objectivo o diagnóstico, a prevenção, o tratamento e o controle dos problemas de saúde bucal dos pacientes que apresentam complexidades no seu sistema biológico, psicológico e/ou social.
ODONTOPEDIATRIA: Especialidade que cuida do tratamento dos dentes da criança. Dá muita ênfase aos cuidados preventivos, e nada melhor que a prevenção nesta época, para as crianças crescerem sem cárie e com uma boca saudável.
ORTODONTIA: É a especialidade que trata da colocação de aparelhos. Trata dos desvios das anomalias dento-faciais, proporcionando melhor aparência, maior conforto e saúde oral ao indivíduo.
ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES: É a especialidade que deve diagnosticar, prevenir, controlar e tratar os problemas de crescimento e desenvolvimento que afectam os arcos dentários e suas bases.
PATOLOGIA BUCAL: Parte da Medicina que estuda as origens, sintomas e natureza das doenças bucais.
PERIODONTIA: É um dos ramos da Odontologia e constitui o estudo, prevenção e tratamento das doenças que acometem os tecidos que envolvem os dentes. Está relacionado com o tratamento das gengivas.
PRÓTESE DENTAL: Especialidade que cuida da substituição dos elementos dentários, através de coroas, pontes fixas, próteses parciais e totais.
PRÓTESE BUCO-MAXILO-FACIAL: Especialidade da Odontologia que restaura os dentes, maxilares e face.
SAÚDE COLETIVA: Objectiva possibilitar às populações, sobretudo carentes, uma cobertura odontológica de prevenção e cura das doenças da boca e dos dentes, através de programas sociais.
Portal Arcos
sexta-feira, 16 de março de 2012
569. Ligue-se ao SAÚDE ORAL no FaceBook
quinta-feira, 8 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
567. 13ª Edição do Mês de Saúde Oral da Colgate e da SPEMD
Durante o mês de Março, a Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicna Dentária (SPEMD) e a Colgate promovem a 13ª edição do Mês de Saúde Oral da Colgate e da SPEMD.sábado, 25 de fevereiro de 2012
566. Saúde oral em Portugal: marcha inversa ao contrário do resto do mundo
A política de saúde oral em Portugal encontra-se completamente descredibilizada, uma vez que não garante publicamente quaisquer direitos de assistência médica à população impossibilitada de recorrer financeiramente ao sector privado.
Todas as propostas já apresentadas ao actual governo para começar a alterar profundamente o sector da saúde oral em Portugal (por favor leia aqui e aqui) ainda não obtiveram nenhuma resposta.
Por outro lado continua a sangria de recursos públicos, supostamente destinados à saúde oral, que vão directamente para outras instituições (por favor leia aqui, aqui e aqui) sem que haja algum benefício da população mais necessitada e carente de assistência médica. Por exemplo, centenas de milhares de euros ou talvez alguns milhões de euros serviram para sanear as contas das estações de televisão em vez de possibilitarem o tratamento de saúde oral a largos milhares de crianças e jovens.
Proliferam pelo país complôs que permitem a diversas instituições fazerem uso de recursos públicos, sem que se veja um efectivo e real contributo para a melhoria da saúde oral em Portugal. Afinal, muitas dessas instituições talvez sobrevivem à custa do orçamento de estado, composto pelos impostos de quem trabalha.
Enfim, gasta-se demasiadamente recursos públicos que sistematicamente pouca eficácia acarreta para a sociedade em geral.
No estrangeiro fazem-se tremendos esforços e canalizam-se recursos para travar verdadeiras batalhas na luta contra as doenças orais, desenvolvendo-se programas que visam eliminar a cárie dentária. Em Portugal, pelo contrário, o governo central, as instituições políticas que deveriam estar ao serviço da sociedade, as instituições públicas de saúde e mesmo grande parte do sector da própria saúde oral constituem os principais obstáculos para a promoção e renovação do actual panorama desolador da decadente saúde oral da maior parte da população portuguesa.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
562. HIGIENE DE SAÚDE ORAL: Os bons hábitos nascem cedo
sábado, 7 de janeiro de 2012
561. Nordeste transmontano vai ficar em situação de ruptura na prestação de cuidados de saúde
O Ministério da Saúde sabe que investir hoje 100 euros em medicina oral pode poupar 10 000 euros no futuro (os estudos existem e não enganam ninguém; talvez só o Senhor Ministro da Saúde não tem conhecimento).
A Ordem dos Médicos Dentistas devia opor-se eficazmente a este tipo de políticas e não ficar cúmplice da degradação dos serviços de medicina oral disponibilizados à população.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
559. Ajuda a sorrir
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
557. Concurso Veste o teu Dentista
Para mais informações, deverão consultar o regulamento do concurso em http://www.sorrimais.pt/
domingo, 27 de novembro de 2011
556. Dentistas acusam seguradoras de enganar doentes
O bastonário fala em casos de "falta de transparência" e numa "situação pantanosa", alertando para a necessidade de criar legislação que enquadre os seguros de saúde. "Estamos no reino da ditadura do elo mais forte, que são as empresas de seguros e de convenções, que pretendem impor as suas regras na prática medico-dentária visando unicamente o lucro", lamentou.
O bastonário relatou que recebe queixas de várias pessoas que se convencem de que aderem a um plano de cobertura de saúde oral quando, afinal, apenas ficam abrangidas por meia dúzia de actos.
"Pretendemos uma uniformização de critérios para acabar com o livre arbítrio e fazer com que os doentes possam saber pelo que estão cobertos e possam comparar, escolher e decidir", explica Monteiro da Silva, que vai deixar estas preocupações no XX Congresso da Ordem, que decorre em Lisboa até sábado. Para isso foi criada uma tabela de nomenclatura dos actos próprios dos médicos dentistas, que abrange 786 actos, e que terá de ser adoptada por clínicos, seguradoras e empresas de convenções.
Nessa tabela, que terá de ser adoptada ao longo do próximo ano, serão detalhados todos os actos médicos para que a cada um possa ser atribuído um valor. A Ordem dos Dentistas dá o exemplo de uma simples restauração de um dente, que na terminologia médica pode significar 46 actos distintos. "Pretendemos certificar que todos, médicos, convenções e seguradoras, utilizam a mesma linguagem quando se referem aos tratamentos de medicina dentária", refere Monteiro da Silva.
O bastonário aponta ainda o caso da ADSE (subsistema de saúde dos funcionários públicos), que diz ter uma tabela de actos cobertos "muito reduzida e desactualizada", não permitindo sequer a realização de uma biopsia caso o médico suspeite de um cancro oral.
A Ordem dos Médicos pede ainda que seja criada legislação para regular e enquadrar o mundo dos seguros e das convenções: "As seguradoras não levam minimamente em conta a qualidade dos tratamentos. Visam condicionar apenas os doentes nos tratamentos a que têm direito".
Expresso
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
555. Redução das deduções fiscais na saúde rende 440 milhões de euros ao Estado
O certo é que, ignorando estes efeitos perversos, a redução das deduções à colecta em saúde - de um máximo de 30% para apenas 10% - permitirá ao Estado aumentar a receita fiscal em mais de 439 milhões de euros, tendo em conta os valores registados em 2009, calcula a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) no seu recente estudo sobre a sustentabilidade financeira do SNS.
Em 2009, de acordo com os dados da Direcção-Geral dos Impostos, mais de dois terços dos agregados familiares (4,4 milhões) apresentaram despesas de saúde nas declarações de IRS. O valor das deduções à colecta totalizou então 659 milhões de euros. Com as novas regras, esse montante ficar-se-ia pelos 219 milhões, conclui a ERS. Acresce que na proposta de Orçamento do Estado para 2012 se institui um limite máximo para as deduções (838,44 euros) e os dois escalões com rendimentos mais elevados deixam de poder apresentar despesas de saúde.
Mas há factores que não entram nesta contabilidade - e que podem alterá-la substancialmente. Pode, por exemplo, "regressar-se à velha história - com recibo é tanto, sem recibo é tanto - que ainda há alguns anos era comum nos consultórios médicos", admite um especialista. "Obviamente, quando não há interesse mútuo na passagem de recibos, apesar de este procedimento ser ilegal, há um potencial de fuga ao fisco", reconhece Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas.
O outro efeito perverso previsível, diz, passa por uma eventual diminuição da procura dos cuidados de saúde privados e o consequente aumento do recurso aos serviços públicos. Um risco acrescido na área da Medicina Dentária, porque a este nível não há praticamente respostas dentro do SNS. É provável que haja uma contracção da procura, com as pessoas a adiarem tratamentos mais complexos, admite o bastonário. "Em 2010, já se verificou um decréscimo de 20% a 30% e este ano vamos pelo mesmo caminho."
Público
* * *
Espera-se que o Senhor Ministro da Saúde apresente urgentemente as soluções que o Serviço Nacional de Saúde adoptará na área da medicina dentária, tendo em conta a incapacidade do sector privado em adaptar-se às necessidades da população em tempo de crise económica. Não façam recair sobre a população os efeitos de políticas de saúde oral completamente desastrosas seguidas em Portugal nos últimos anos.
domingo, 13 de novembro de 2011
554. Saúde oral em Portugal sem novidades
Passados já alguns meses, ainda não se perspectivou, por parte do governo, quaisquer medidas que façam antever uma profunda alteração da prática da saúde oral e dentária no nosso país, continuando a assistir-se aos mesmos padrões procedentes do governo socialista.
Começa a ser um péssimo exemplo para o país vermos o governo continuar políticas de saúde oral que são puras cosméticas, que têm um impacto reduzidíssimo e que servem apenas uma percentagem ínfima das necessidades da população (menos de 10 % das necessidades infantis; mais de 90 % das necessidades infantis e juvenis não são colmatadas).
Entretanto os grupos privados continuam a ganhar fortunas, à custa da mão – de – obra de profissionais altamente qualificados e formada à custa dos impostos de quem trabalha e que continua a ver que os seus filhos jamais terão os devidos cuidados de saúde dentários.
Qual o destino dado à nova equipa do Ministério da Saúde às propostas que recebeu por escrito e que constam das postagens número 535 e 536 deste blogue?
Governo mantém verbas para cheque-dentista
===================================
Em comunicado divulgado no final do encontro, o bastonário da ordem, Orlando Monteiro da Silva, congratulou-se com a decisão da tutela, lembrando que «este programa é essencial para a população com menores recursos, porque o Serviço Nacional de Saúde [SNS] não tem, internamente, resposta para os doentes de saúde oral». Em Portugal, à semelhança do resto do mundo, 90% da população sofre de cárie dentária e doença periodontal (osso e gengivas).
«Apostar na intervenção precoce permite minorar a despesa com estas doenças para os pacientes e para o Estado», explicou Orlando Monteiro da Silva, acrescentando que o cheque-dentista garante o acesso aos tratamentos da população mais sensível, nomeadamente grávidas, crianças e idosos. O bastonário sublinhou ainda a possibilidade em estudo pelo Governo de alargar o cheque-dentista ao cancro oral, uma doença que afecta este ano 35 mil pessoas na Europa e provoca a morte a 7.500. Segundo o responsável, este tipo de cancro está a aumentar no país, em grande parte devido aos estilos de vida, já que na origem desta doença estão sobretudo factores como o tabaco, o excesso de álcool ou uma alimentação deficiente em legumes e frutas frescos.
Ao abrigo do cheque-dentista, mais de um milhão de portugueses já teve acesso a consultas de especialidade desde 2008, 600 mil dos quais só este ano: 500 mil crianças de sete, dez e 13 anos e 100 mil grávidas, idosos e crianças com menos de seis anos. No Congresso, foi ainda apresentada pelo Bastonário a Tabela da Nomenclatura dos médicos dentistas que, a partir de agora, será referência obrigatória para todos os profissionais da área, uniformizando a designação de procedimentos e tratamentos até aqui descritos em vários documentos, nem sempre coincidentes.
A Tabela de Nomenclatura regula a designação dos atos próprios da medicina dentária, certificando-se que todos os envolvidos, médicos dentistas, doentes, sistema de saúde, subsistemas, convenções, seguradoras, planos de saúde e outras entidades reguladoras, utilizam a mesma terminologia.
TVI24



