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domingo, 24 de junho de 2012
580. Ameaça à saúde em 50 falsas clínicas dentárias
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domingo, 17 de junho de 2012
579. Estudo a que alunos da Casa Pia foram sujeitos cumpriu todas as "leis e convenções nacionais e internacionais"
domingo, 10 de junho de 2012
578. SAÚDE ORAL EM PORTUGAL: Experiências médicas em crianças da Casa Pia
Experiências médicas em
crianças da Casa Pia
sábado, 26 de maio de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
576. A saúde oral em Portugal descrita por si
domingo, 6 de maio de 2012
575. Dentista monta burla milionária à Polícia
quarta-feira, 25 de abril de 2012
574. Estudo diz que excesso de radiografias dentárias aumenta probabilidade de tumores cerebrais
sábado, 21 de abril de 2012
573. Gengivite e suas causas
quinta-feira, 12 de abril de 2012
572. Cáries do biberão: saiba o que são e como preveni-las
quarta-feira, 4 de abril de 2012
571. Dentistas: autoridades têm "mais vontade de actuar" contra prática ilegal
O bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas diz que não se pode falar num aumento de casos de prática ilegal, mas sim de uma maior “vontade de actuar” das autoridades competentes, avança a agência Lusa. Em reacção à condenação, conhecida na sexta-feira, dos proprietários (um médico dentista e uma médica cardiologista) de três clínicas dentárias não licenciadas nos concelhos de Olhão, Loulé e Tavira, Orlando Monteiro recorda, em declarações à Lusa, que já “há bastante tempo” que se registam “muitas situações de clandestinidade na área da medicina dentária”.
Orlando Monteiro adiantou que o caso do médico dentista condenado na sexta-feira está a ser avaliado pelo conselho deontológico e de disciplina, que poderá decretar a sua suspensão ou expulsão. Os proprietários das três clínicas dentárias encerradas no Algarve em Abril de 2011 foram condenados a penas suspensas por auxílio e angariação de mão-de-obra ilegal, falsificação de documentos e usurpação de funções. A investigação iniciou-se em Setembro de 2010, por indícios de que o casal recrutava trabalhadores estrangeiros através de anúncios publicados na internet, em páginas portuguesas e brasileiras.
O bastonário dos dentistas elogia “a celeridade da justiça”, recordando que “é bastante razoável” haver já uma sentença para vistorias feitas em Novembro de 2010. Sublinhando que a articulação entre as diversas entidades competentes – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Entidade Reguladora da Saúde e Ordem dos Médicos Dentistas – “nem sempre é fácil”, o bastonário nota os “passos na direcção certa que têm permitido detectar este tipo de situações”. Porém, alerta, apesar da suspensão de actividade, estas clínicas ilegais “muitas vezes reabrem com nomes diferentes”. Foi o que aconteceu no caso das três clínicas do Algarve, em que os proprietários agora condenados, “voltaram a abrir noutro local”, relata.
Rcmpharma* * *
A actual crise económica exige medidas urgentes de apoio à população carente. É necessário dotar o país de profissionais de saúde oral altamente competentes e dêem respostas às reais necessidades do país; o combate à ilegalidade na prestação de cuidados de saúde oral faz-se também de forma preventiva, valorizando as intervenções sociais de apoio à comunidade e dando oportunidades de formação aos profissionais que dela necessitam para ficarem com as competências necessárias para o exercício da profissão.
Outra vertente a valorizar será o trabalho conjunto entre todas as organizações intervenientes na prestação de cuidados de saúde oral; só um trabalho em conjunto entre o Ministério da Saúde, a Direcção – Geral de Saúde e todas as associações profissionais e académicas dentárias e de cuidados de saúde oral poderá obter resultados positivos e em benefício de toda a população.
terça-feira, 20 de março de 2012
570. Especialidades Odontológicas
DENTÍSTICA: É uma especialidade odontológica que se ocupa da prevenção e do tratamento das doenças e defeitos que afectam os dentes naturais. É a parte da Odontologia que cuida das restaurações dentárias.
DISFUNÇÃO TÊMPORO-MANDIBULAR E DOR OROFACIAL: A especialidade pretende estimular pesquisas e estudos científicos para compreender melhor o diagnóstico e o tratamento das dores e desordens orofaciais.
ENDODONTIA: Especialidade da Odontologia que trata dos procedimentos terapêuticos dos condutos radiculares. É o tratamento de canal.
ESTOMATOLOGIA: É a especialidade da Odontologia que estuda a boca e suas doenças.
IMAGINOLOGIA DENTO-MAXILO-FACIAL: É o nome hoje dado à Radiologia dentária. Trata-se de tomadas radiográficas no consultório dentário. Existem vários tipos de radiografias da qual o radiologista pode lançar mão na Odontologia. As mais comuns são a periapical, a interproximal e a panorâmica.
IMPLANTODONTIA: É a área da Odontologia que trata dos implantes dentais. É um novo campo da Odontologia que envolve a reconstrução de dentes perdidos e suas estruturas de suporte.
ODONTOGERIATRIA: Parte da Odontologia que cuida da saúde bucal das pessoas idosas. É uma especialidade recente, mas que veio para ficar, pois, com o aumento da vida média das pessoas, juntamente com os aspectos preventivos que vêm sendo usados, cada vez mais pessoas da terceira idade estão necessitando de cuidados odontológicos.
ODONTOLOGIA DO TRABALHO: A Odontologia do Trabalho busca a prevenção da saúde bucal do trabalhador, uma vez que muitas doenças ocupacionais comprometem a saúde bucal individual e colectiva dos trabalhadores, demandando abordagens especiais sobre o ambiente de produção, com o diagnóstico e a redução de riscos.
ODONTOLOGIA LEGAL: É a especialidade que tem por objectivo a pesquisa de fenómenos psíquicos, físicos, químicos e biológicos que podem atingir ou ser atingido pelo homem, vivo ou morto.
ODONTOLOGIA PARA PACIENTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS: Tem como objectivo o diagnóstico, a prevenção, o tratamento e o controle dos problemas de saúde bucal dos pacientes que apresentam complexidades no seu sistema biológico, psicológico e/ou social.
ODONTOPEDIATRIA: Especialidade que cuida do tratamento dos dentes da criança. Dá muita ênfase aos cuidados preventivos, e nada melhor que a prevenção nesta época, para as crianças crescerem sem cárie e com uma boca saudável.
ORTODONTIA: É a especialidade que trata da colocação de aparelhos. Trata dos desvios das anomalias dento-faciais, proporcionando melhor aparência, maior conforto e saúde oral ao indivíduo.
ORTOPEDIA FUNCIONAL DOS MAXILARES: É a especialidade que deve diagnosticar, prevenir, controlar e tratar os problemas de crescimento e desenvolvimento que afectam os arcos dentários e suas bases.
PATOLOGIA BUCAL: Parte da Medicina que estuda as origens, sintomas e natureza das doenças bucais.
PERIODONTIA: É um dos ramos da Odontologia e constitui o estudo, prevenção e tratamento das doenças que acometem os tecidos que envolvem os dentes. Está relacionado com o tratamento das gengivas.
PRÓTESE DENTAL: Especialidade que cuida da substituição dos elementos dentários, através de coroas, pontes fixas, próteses parciais e totais.
PRÓTESE BUCO-MAXILO-FACIAL: Especialidade da Odontologia que restaura os dentes, maxilares e face.
SAÚDE COLETIVA: Objectiva possibilitar às populações, sobretudo carentes, uma cobertura odontológica de prevenção e cura das doenças da boca e dos dentes, através de programas sociais.
Portal Arcos
sexta-feira, 16 de março de 2012
569. Ligue-se ao SAÚDE ORAL no FaceBook
quinta-feira, 8 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
567. 13ª Edição do Mês de Saúde Oral da Colgate e da SPEMD
Durante o mês de Março, a Sociedade Portuguesa de Estomatologia e Medicna Dentária (SPEMD) e a Colgate promovem a 13ª edição do Mês de Saúde Oral da Colgate e da SPEMD.sábado, 25 de fevereiro de 2012
566. Saúde oral em Portugal: marcha inversa ao contrário do resto do mundo
A política de saúde oral em Portugal encontra-se completamente descredibilizada, uma vez que não garante publicamente quaisquer direitos de assistência médica à população impossibilitada de recorrer financeiramente ao sector privado.
Todas as propostas já apresentadas ao actual governo para começar a alterar profundamente o sector da saúde oral em Portugal (por favor leia aqui e aqui) ainda não obtiveram nenhuma resposta.
Por outro lado continua a sangria de recursos públicos, supostamente destinados à saúde oral, que vão directamente para outras instituições (por favor leia aqui, aqui e aqui) sem que haja algum benefício da população mais necessitada e carente de assistência médica. Por exemplo, centenas de milhares de euros ou talvez alguns milhões de euros serviram para sanear as contas das estações de televisão em vez de possibilitarem o tratamento de saúde oral a largos milhares de crianças e jovens.
Proliferam pelo país complôs que permitem a diversas instituições fazerem uso de recursos públicos, sem que se veja um efectivo e real contributo para a melhoria da saúde oral em Portugal. Afinal, muitas dessas instituições talvez sobrevivem à custa do orçamento de estado, composto pelos impostos de quem trabalha.
Enfim, gasta-se demasiadamente recursos públicos que sistematicamente pouca eficácia acarreta para a sociedade em geral.
No estrangeiro fazem-se tremendos esforços e canalizam-se recursos para travar verdadeiras batalhas na luta contra as doenças orais, desenvolvendo-se programas que visam eliminar a cárie dentária. Em Portugal, pelo contrário, o governo central, as instituições políticas que deveriam estar ao serviço da sociedade, as instituições públicas de saúde e mesmo grande parte do sector da própria saúde oral constituem os principais obstáculos para a promoção e renovação do actual panorama desolador da decadente saúde oral da maior parte da população portuguesa.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
562. HIGIENE DE SAÚDE ORAL: Os bons hábitos nascem cedo
sábado, 7 de janeiro de 2012
561. Nordeste transmontano vai ficar em situação de ruptura na prestação de cuidados de saúde
O Ministério da Saúde sabe que investir hoje 100 euros em medicina oral pode poupar 10 000 euros no futuro (os estudos existem e não enganam ninguém; talvez só o Senhor Ministro da Saúde não tem conhecimento).
A Ordem dos Médicos Dentistas devia opor-se eficazmente a este tipo de políticas e não ficar cúmplice da degradação dos serviços de medicina oral disponibilizados à população.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
sábado, 17 de dezembro de 2011
559. Ajuda a sorrir
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
557. Concurso Veste o teu Dentista
Para mais informações, deverão consultar o regulamento do concurso em http://www.sorrimais.pt/
domingo, 27 de novembro de 2011
556. Dentistas acusam seguradoras de enganar doentes
O bastonário fala em casos de "falta de transparência" e numa "situação pantanosa", alertando para a necessidade de criar legislação que enquadre os seguros de saúde. "Estamos no reino da ditadura do elo mais forte, que são as empresas de seguros e de convenções, que pretendem impor as suas regras na prática medico-dentária visando unicamente o lucro", lamentou.
O bastonário relatou que recebe queixas de várias pessoas que se convencem de que aderem a um plano de cobertura de saúde oral quando, afinal, apenas ficam abrangidas por meia dúzia de actos.
"Pretendemos uma uniformização de critérios para acabar com o livre arbítrio e fazer com que os doentes possam saber pelo que estão cobertos e possam comparar, escolher e decidir", explica Monteiro da Silva, que vai deixar estas preocupações no XX Congresso da Ordem, que decorre em Lisboa até sábado. Para isso foi criada uma tabela de nomenclatura dos actos próprios dos médicos dentistas, que abrange 786 actos, e que terá de ser adoptada por clínicos, seguradoras e empresas de convenções.
Nessa tabela, que terá de ser adoptada ao longo do próximo ano, serão detalhados todos os actos médicos para que a cada um possa ser atribuído um valor. A Ordem dos Dentistas dá o exemplo de uma simples restauração de um dente, que na terminologia médica pode significar 46 actos distintos. "Pretendemos certificar que todos, médicos, convenções e seguradoras, utilizam a mesma linguagem quando se referem aos tratamentos de medicina dentária", refere Monteiro da Silva.
O bastonário aponta ainda o caso da ADSE (subsistema de saúde dos funcionários públicos), que diz ter uma tabela de actos cobertos "muito reduzida e desactualizada", não permitindo sequer a realização de uma biopsia caso o médico suspeite de um cancro oral.
A Ordem dos Médicos pede ainda que seja criada legislação para regular e enquadrar o mundo dos seguros e das convenções: "As seguradoras não levam minimamente em conta a qualidade dos tratamentos. Visam condicionar apenas os doentes nos tratamentos a que têm direito".
Expresso
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
555. Redução das deduções fiscais na saúde rende 440 milhões de euros ao Estado
O certo é que, ignorando estes efeitos perversos, a redução das deduções à colecta em saúde - de um máximo de 30% para apenas 10% - permitirá ao Estado aumentar a receita fiscal em mais de 439 milhões de euros, tendo em conta os valores registados em 2009, calcula a Entidade Reguladora da Saúde (ERS) no seu recente estudo sobre a sustentabilidade financeira do SNS.
Em 2009, de acordo com os dados da Direcção-Geral dos Impostos, mais de dois terços dos agregados familiares (4,4 milhões) apresentaram despesas de saúde nas declarações de IRS. O valor das deduções à colecta totalizou então 659 milhões de euros. Com as novas regras, esse montante ficar-se-ia pelos 219 milhões, conclui a ERS. Acresce que na proposta de Orçamento do Estado para 2012 se institui um limite máximo para as deduções (838,44 euros) e os dois escalões com rendimentos mais elevados deixam de poder apresentar despesas de saúde.
Mas há factores que não entram nesta contabilidade - e que podem alterá-la substancialmente. Pode, por exemplo, "regressar-se à velha história - com recibo é tanto, sem recibo é tanto - que ainda há alguns anos era comum nos consultórios médicos", admite um especialista. "Obviamente, quando não há interesse mútuo na passagem de recibos, apesar de este procedimento ser ilegal, há um potencial de fuga ao fisco", reconhece Orlando Monteiro da Silva, bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas.
O outro efeito perverso previsível, diz, passa por uma eventual diminuição da procura dos cuidados de saúde privados e o consequente aumento do recurso aos serviços públicos. Um risco acrescido na área da Medicina Dentária, porque a este nível não há praticamente respostas dentro do SNS. É provável que haja uma contracção da procura, com as pessoas a adiarem tratamentos mais complexos, admite o bastonário. "Em 2010, já se verificou um decréscimo de 20% a 30% e este ano vamos pelo mesmo caminho."
Público
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Espera-se que o Senhor Ministro da Saúde apresente urgentemente as soluções que o Serviço Nacional de Saúde adoptará na área da medicina dentária, tendo em conta a incapacidade do sector privado em adaptar-se às necessidades da população em tempo de crise económica. Não façam recair sobre a população os efeitos de políticas de saúde oral completamente desastrosas seguidas em Portugal nos últimos anos.
domingo, 13 de novembro de 2011
554. Saúde oral em Portugal sem novidades
Passados já alguns meses, ainda não se perspectivou, por parte do governo, quaisquer medidas que façam antever uma profunda alteração da prática da saúde oral e dentária no nosso país, continuando a assistir-se aos mesmos padrões procedentes do governo socialista.
Começa a ser um péssimo exemplo para o país vermos o governo continuar políticas de saúde oral que são puras cosméticas, que têm um impacto reduzidíssimo e que servem apenas uma percentagem ínfima das necessidades da população (menos de 10 % das necessidades infantis; mais de 90 % das necessidades infantis e juvenis não são colmatadas).
Entretanto os grupos privados continuam a ganhar fortunas, à custa da mão – de – obra de profissionais altamente qualificados e formada à custa dos impostos de quem trabalha e que continua a ver que os seus filhos jamais terão os devidos cuidados de saúde dentários.
Qual o destino dado à nova equipa do Ministério da Saúde às propostas que recebeu por escrito e que constam das postagens número 535 e 536 deste blogue?
Governo mantém verbas para cheque-dentista
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Em comunicado divulgado no final do encontro, o bastonário da ordem, Orlando Monteiro da Silva, congratulou-se com a decisão da tutela, lembrando que «este programa é essencial para a população com menores recursos, porque o Serviço Nacional de Saúde [SNS] não tem, internamente, resposta para os doentes de saúde oral». Em Portugal, à semelhança do resto do mundo, 90% da população sofre de cárie dentária e doença periodontal (osso e gengivas).
«Apostar na intervenção precoce permite minorar a despesa com estas doenças para os pacientes e para o Estado», explicou Orlando Monteiro da Silva, acrescentando que o cheque-dentista garante o acesso aos tratamentos da população mais sensível, nomeadamente grávidas, crianças e idosos. O bastonário sublinhou ainda a possibilidade em estudo pelo Governo de alargar o cheque-dentista ao cancro oral, uma doença que afecta este ano 35 mil pessoas na Europa e provoca a morte a 7.500. Segundo o responsável, este tipo de cancro está a aumentar no país, em grande parte devido aos estilos de vida, já que na origem desta doença estão sobretudo factores como o tabaco, o excesso de álcool ou uma alimentação deficiente em legumes e frutas frescos.
Ao abrigo do cheque-dentista, mais de um milhão de portugueses já teve acesso a consultas de especialidade desde 2008, 600 mil dos quais só este ano: 500 mil crianças de sete, dez e 13 anos e 100 mil grávidas, idosos e crianças com menos de seis anos. No Congresso, foi ainda apresentada pelo Bastonário a Tabela da Nomenclatura dos médicos dentistas que, a partir de agora, será referência obrigatória para todos os profissionais da área, uniformizando a designação de procedimentos e tratamentos até aqui descritos em vários documentos, nem sempre coincidentes.
A Tabela de Nomenclatura regula a designação dos atos próprios da medicina dentária, certificando-se que todos os envolvidos, médicos dentistas, doentes, sistema de saúde, subsistemas, convenções, seguradoras, planos de saúde e outras entidades reguladoras, utilizam a mesma terminologia.
TVI24
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
553. Queixas contra dentistas sobem
domingo, 30 de outubro de 2011
552. Clínicas Vitaldent promovem higiene oral junto das crianças
terça-feira, 18 de outubro de 2011
551. Açores dispõem de uma Medicina Dentária pública organizada e com grande qualidade
Miguel Correia, que falava na sessão de abertura do XVIII Congresso da Sociedade Portuguesa de Ortodontia, que hoje se iniciou, na Ilha de São Miguel, precisou que esta iniciativa governativa permitiu, melhorar, significativamente, a saúde oral dos açorianos, transformando a Região na única do País onde existe Medicina Dentária pública de uma forma organizada e com qualidade.
O Governante aproveitou a ocasião para referir outros programas e projectos no âmbito da Saúde Oral, nomeadamente, a introdução do Boletim Individual de Saúde Oral, onde é registado o histórico clínico de cada cidadão, na especialidade, a disponibilização de mais gabinetes de Medicina Dentária públicos, como o que foi aberto, recentemente, em Rabo de Peixe, e como vai ser feito, ainda, este ano, na Unidade de Saúde da Lagoa e no Centro de Saúde da Horta, e o rastreio das crianças dos seis aos 10 anos de idade, no âmbito do Programa Regional de Saúde Escolar.
Miguel Correia garantiu, ainda, que o Governo vai continuar a incentivar a produtividade dos recursos públicos com vista a promover, ainda mais, a acessibilidade aos cuidados da saúde oral, e referiu que a Região comparticipa, anualmente, e em média, cerca de 180 mil actos de Medicina Dentária, a que corresponde uma afectivação de verbas da ordem dos 1,5 milhões de euros.
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Era bom que os governos regionais e central permitissem uma avaliação independente às suas políticas de saúde oral. Até que isso aconteça não nos poderemos deixar elucidar por discursos de circunstâncias, feitos para as ocasiões.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
550. Clínicas usavam implantes ilegais em doentes
Ao que o SOL apurou, a investigação foi desencadeada por uma denúncia anónima à Ordem dos Dentistas, que a remeteu em Agosto ao Infarmed (a quem cabe regular e fiscalizar os dispositivos médicos). Na busca, efectuada a uma gráfica na zona industrial de Lourel, o Infarmed e a ASAE apreenderam vários implantes dentários (usados na substituição de dentes). O fabrico destes produtos – considerados dispositivos médicos – obedece a regras rigorosas, como a homologação do material e um registo no Infarmed. Ao que o SOL apurou, nenhuma destas condições existia. Os equipamentos foram selados e as instalações fechadas.
O Infarmed confirma a rusga e a apreensão de dispositivos médicos, mas recusa adiantar mais pormenores sobre o caso, que continua em investigação. Mas a lei prevê multas para estes casos, que podem atingir os 44 mil euros, no caso de empresas, e 3.740 euros, no caso de pessoas singulares.
O bastonário dos dentistas, Orlando Monteiro da Silva, considera «gravíssimo que alguém coloque implantes feitos artesanalmente, sem estarem homologados, tal como a lei prevê». O clínico diz que «a falta de higiene, esterilização e o tipo material usado podem trazer riscos para a saúde dos doentes que os utilizam». E que, à semelhança do que acontece com outros dispositivos, quando um implante é colocado na gengiva, o dentista tem de registar a origem e o número de série do material na ficha do doente para prevenir eventuais problemas.
A suspeita de que são utilizados implantes ilegais nas clínicas há muito que circula entre os profissionais do sector, sendo apontada como uma das explicações para os baixos preços praticados pelo grupo do dentista brasileiro Adriano Castro. «Sempre se disse que ele tinha uma fábrica e conseguia fazer implantes a preços abaixo dos praticados no mercado», conta ao SOL um dentista que trabalhou durante alguns meses na Dental Group e que pediu para não ser identificado. «Isso explica o preço cobrado. De outra forma, era impossível ter rentabilidade».
terça-feira, 27 de setembro de 2011
549. Projecto “VRSA a Sorrir” em avaliação
«A forma impecável como fui tratado e a rapidez com fiquei restabelecido do meu problema foi das melhores coisas que me poderia ter acontecido», conta Dionísio dos Santos Estêvão, um dos munícipes abrangidos pelo programa. Igualmente tratado pelo “VRSA a Sorrir” foi José António Pereira, de 62 anos. Para este residente em Aldeia Nova (Monte Gordo), que teve conhecimento desta valência social através dos meios de comunicação social, a sua vida «mudou» em seis meses. «Antes, os problemas da boca faziam com que tivesse dificuldades em comer, falar ou mesmo sorrir. Depois, as restrições financeiras também foram adiando os tratamentos», começou por explicar este paciente, que recebeu duas novas próteses. «Agora, posso dizer que tudo mudou», concluiu José Pereira.
O “VRSA a Sorrir” é uma iniciativa da autarquia vilarrealense, lançada em Setembro de 2009, que visa a prestação de serviços de medicina dentária gratuitos aos munícipes mais desfavorecidos. O projecto baseia-se num protocolo com seis clínicas dentárias e médicos dentistas do concelho, disponibilizando, a custo zero, tratamentos às pessoas não abrangidas pela cobertura do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
terça-feira, 20 de setembro de 2011
548. Português assume presidência da Federação Dentária Internacional
A tomada de posse realiza-se na Cidade do México, durante o Congresso da FDI, sendo esta a primeira vez que um português assume a liderança daquela que é a mais importante organização mundial de medicina dentária, representando mais de um milhão de médicos dentistas. Aos 48 anos, Orlando Monteiro da Silva enriquece um percurso vasto de participação activa em várias organizações e fóruns internacionais.
O bastonário dos médicos dentistas portugueses ocupou já um lugar na direcção executiva da FDI, mandato marcado pela promoção das adesões de Angola, Guiné-Bissau e Timor-Leste à Federação e pela criação da Associação Dentária Lusófona. Os Países de Língua Oficial Portuguesa voltam a ser uma prioridade estratégica na agenda do novo presidente da FDI que é, desde 2008, vice-presidente da Associação Dentária Lusófona.
Para o novo presidente da FDI, “ocupar este cargo significa a afirmação definitiva da medicina dentária portuguesa e dos seus profissionais ao nível global”. “Neste meu mandato, todos os esforços serão feitos para posicionar a medicina dentária como um actor central e incontestado no centro das discussões médicas, a par de várias outras áreas”, diz.
Orlando Monteiro da Silva é licenciado em Medicina Dentária pela Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto. Assumiu o cargo de Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas em 2000, tendo sido sucessivamente reeleito até ao presente. Entre 2006 e 2009, foi presidente do Conselho Europeu dos Médicos Dentistas.
Em Fevereiro deste ano foi ainda eleito Presidente do CNOP, o Conselho Nacional das Ordens Profissionais.
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Fonte: ptjornal
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
547. A questão da água fluoretada
De lá para cá, muitas pesquisas vêm atestando ligações entre ingestão de flúor e doenças da modernidade. Autistas, por exemplo, não devem beber água fluoretada. Embora não haja confirmação de associação directa entre o flúor e a disfunção, sabe-se que ele potencializa os sintomas do autismo.
O problema da adição de uma droga, venenosa ou não, na água de todas as pessoas, é uma questão delicada. Até que ponto as autoridades têm o direito de institucionalizar um tratamento medicamentoso na água para todos os cidadãos de todas as idades? Sabendo-se da ligação entre tal produto e desencadeamento de patologias, como e por quais razões se mantêm a mesma directriz?
A retirada, diante das evidências, bate na trave económica e política. Subproduto da indústria do alumínio, o íon, que mata um corpo adulto com apenas cinco gramas, não pode ser simplesmente jogado na natureza.
A confiança inicial de que em doses ínfimas espalhadas pelas águas e alimentos no mundo, só faria bem aos dentes, evitando cáries, fez com que as políticas se consolidassem nesse gigantesco contrato comercial mundial, agora difícil de ser desfeito, especialmente em países em desenvolvimento que têm de um lado a população ignorante que aceita as decisões públicas e privadas sem questionamentos e de outro os concentradores de renda, que defendem o status quo a qualquer preço.
Alguns países, já a partir de 2003, outros antes, retiraram o flúor da água e passaram a adicioná-lo ao sal de cozinha, já que se consome menos sal do que água, o que reduziria o risco de ingestão excessiva do íon, cumulativo no corpo humano. Diante das evidências e para reparar a visão equivocada, baseada em pesquisas que só levavam em conta a prevenção de cáries, muitos países simplesmente não utilizam mais o uso sistémico do flúor como preventivo de cáries; apostam na educação alimentar, higiene e no uso tópico, directamente aplicado nos dentes.
No Canadá, Áustria, Finlândia, Bélgica, Noruega, França e Cuba, alguns dos países que pararam de fluoretar suas águas, os índices de cáries continuaram caindo. Estudos sobre a ingestão do flúor, que a partir da década de 1970 também foi adicionado a alimentos, leites em pós e a alguns medicamentos, apontam malefícios graves e cumulativos para a saúde em geral. Os danos começam pela fluorose, que pode ser leve, causando manchas esbranquiçadas nos dentes ou grave, quando a dentição permanente fica com manchas marrons ou chega a ser perdida, esfacelando os dentes. Para que isso ocorra basta que crianças de zero a seis anos sejam expostas à ingestão diária do íon. O resultado visível só aparece nos dentes permanentes, já a ingestão de flúor na gravidez compromete a primeira dentição da criança.
Quando ingerido o flúor é rapidamente absorvido pela mucosa do estômago e do intestino delgado. Sabe-se que 50% dele é eliminado pelos rins e que a outra metade aloja-se junto ao cálcio dos tecidos conjuntivos. Dentes e ossos, ao longo do tempo, passam a ficar deformados, surgem doenças e rachaduras.
A hipermineralização dos tecidos conectivos dos ossos, da pele e da parede das artérias é afectada, os tecidos perdem a flexibilidade, se tornam rígidos e quebradiços. Para que tudo isso ocorra, segundo estudo de 1977 da National Academy of Sciences, dos EUA, o corpo humano precisaria absorver durante 40 anos apenas 2 mg de flúor por dia. Parece difícil ingerir tanto, mas a fluorose já é um fato, uma doença moderna comprovada.
Diversos estudos químicos atestam que o flúor é tão tóxico como o chumbo e, como este, cumulativo. Quanto mais velhos mais aumentamos a concentração de flúor nos nossos ossos, o que traz maiores riscos de rachaduras e doenças como a osteoporose). A versão natural do flúor, encontrada na natureza, inclusive em águas minerais, peixes, chás e vegetais tem absorção de 25% pelo corpo humano, mas a fluoretação artificial é quase que totalmente absorvida.
A maior parte se deposita nas partes sólidas do organismo, os ossos, e parte pequena vai para os dentes. Acredita-se que o fluoreto natural tenha algum papel importante para a saúde humana, mas isso ainda não foi completamente comprovado.
(Leia aqui o restante texto)
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
546. Tratamento revolucionário para cáries não dói e regenera o dente
A cárie dentária começa quando o ácido produzido pelas bactérias na placa dissolve o mineral nos dentes, causando furos microscópicos ou "poros". O processo progride conforme esses microporos aumentam em número e tamanho. Eventualmente, o dente danificado precisa ser perfurado e preenchido, para evitar dor de dente, ou, em casos mais graves, precisa ser extraído.
Só de pensar no tratamento, muitas pessoas se afastam dos seus dentistas, estejam ou não precisando. Isso retarda o início do tratamento e, quando a dor é mais forte, o estrago já é grande. É um ciclo vicioso, mas que pode ser quebrado, segundo os pesquisadores, que desenvolveram uma maneira nova e revolucionária para tratar os primeiros sinais da cárie dentária.
A solução está em um fluido à base de peptídeos que é literalmente pintado sobre a superfície do dente - não, não é necessário usar o motorzinho. A tecnologia com peptídeos baseou-se no conhecimento de como o dente se forma, o que permite estimular a regeneração do defeito que começa a surgir.
"Isto pode soar bom demais para ser verdade, mas estamos essencialmente ajudando os dentes danificados pelo ácido a regenerar-se. É um processo de reparação totalmente natural e não-cirúrgico, e também totalmente livre de dor," garante a Dra. Kirkham.
O "fluido mágico" contém um peptídeo conhecido como P 11-4 que, sob certas condições, se aglomera na forma de fibras. Na prática, isso significa que, quando aplicado sobre o dente, o fluido penetra os microporos causados pelo ataque ácido e, em seguida, forma um gel espontaneamente. Este gel funciona como um suporte que atrai o cálcio e regenera os minerais do dente a partir de dentro, proporcionando um reparo natural e sem dor.
Diário da Saúde
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
545. AÇORES: PSD defende consultas de estomatologia no Centro de Saúde da Horta
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sábado, 27 de agosto de 2011
544. A imbecil saúde oral infantil e juvenil portuguesa
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
542. PORTUGAL: O miserável espectáculo da saúde oral infantil em 2011
Num país que saca centenas de milhares de milhões de euros de fundos à União Europeia desde 1986, persiste a miserável assistência medica dentária infantil que desgraça a vida a centenas de milhares de crianças e adolescentes, conduzindo-os a penosos danos físicos e psicológicos permanentes para o resto das suas vidas. Afinal, para que serviu Portugal assinar a Declaração Universal dos Direitos das Crianças? Que crime cometeram estas crianças e jovens de virem ao mundo? Quem deve ser responsabilizado e condenado por estes factos?
Convida-se o Senhor Presidente da República, os senhores deputados da Comissão de Saúde da Assembleia da República, todos os ministros e ex-ministros da Saúde e da Educação desde 1986, o Senhor Director – Geral da Saúde e o senhor Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, juntamente com todos os seus filhos e netos, a efectuarem uma estadia numa das regiões periféricas do país e contemporizarem ao vivo com esta hedionda situação.
Porque é que estas situações nunca passam nas televisões e não são notícias nos principais jornais do país? Quem está interessado que a situação não se resolva?
domingo, 24 de julho de 2011
541. SPEMD vai premiar trabalho de investigação em Medicina Dentária
O autor do melhor trabalho será distinguido com um prémio monetário no valor de três mil euros, a entregar durante o Congresso da SPEMD, e terá publicação na Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial.
Esta iniciativa é aberta a todos os estudantes que frequentem o quinto ano do mestrado integrado em Medicina Dentária em 2010/2011 e aos médicos dentistas com mestrado concluído em 2009/2010, desde que estejam inscritos como sócios da SPEMD.
Os trabalhos podem ser dedicados a qualquer tema de Medicina Dentária, desde que originais e de publicação inédita, nem submetidos para publicação em revistas científicas, até dia 5 de Agosto de 2011.
A avaliação será feita por um júri presidido pelo presidente da SPEMD, o Professor Doutor Jaime Portugal, que integra ainda elementos do Corpo de Árbitros da Revista Portuguesa de Estomatologia, Medicina Dentária e Cirurgia Maxilofacial. Esta equipa julgará os trabalhos a concurso conforme critérios de mérito científico, originalidade, interesse e apresentação.
Rcm pharma
sábado, 16 de julho de 2011
540. GAIA: Projecto pioneiro em saúde oral
“Considerámos que deveríamos abrir o projecto a tratamentos mais dispendiosos e de longa duração, provavelmente inacessíveis para estes pacientes”, afirmou António Faria, director clínico do Centro de Estudos, valorizando a importância atribuída à responsabilidade social da empresa. “É a nossa responsabilidade social a falar mais alto e o nosso trabalho reconhecido por quem tem poder de decisão em Gaia”.
A oportunidade facultada pelo Município a estas crianças oriundas de famílias carenciadas permite uma poupança significativa que ascende a vários milhares de euros, uma vez que todos os tratamentos são efectuados a custo zero. ”O pagamento dos nossos honorários é feito pela satisfação, reconhecimento do nosso trabalho e gratidão”, enalteceu António Faria.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
539. Seguros de saúde obrigatórios: uma saúde responsável
Os governos ocidentais têm comportado os orçamentos da saúde pública; no entanto, a tendência do envelhecimento da população tem provocado um aumento desproporcionado das despesas de saúde, de tal forma que começam a estar em risco a viabilidade da existência de serviços nacionais de saúde tendencialmente gratuitos e acessíveis a toda a população.
Uma vez que as tendências actuais continuam a prever um envelhecimento cada vez maior da população e uma grande quebra da natalidade (grande redução da população activa nos países mais desenvolvidos nos próximos trinta a quarenta anos) se não existir uma profunda alteração do modelo de desenvolvimento económico neoliberal, rapidamente teremos uma falência do modelo de saúde pública em Portugal.
Compete ao estado contrariar desde já esta preocupante evolução e criar mecanismos que invertam radicalmente o colapso para o qual está a ser atirado também o nosso Serviço Nacional de Saúde, que ficará muito rapidamente sem meios financeiros de sustentação. Para além de ser extremamente urgente promover uma política para as famílias que aumente rapidamente a taxa de natalidade em Portugal (factor número um e o mais importante para a sustentabilidade e viabilidade do país), cada cidadão português tem o dever moral e ético de contribuir também para o suporte das encargos de saúde que quererá ter ao longo da sua vida.
Cada cidadão tem de encarar também a saúde como encargo financeiro familiar; ter orçamento para despesas de saúde tem de estar exactamente ao mesmo nível que ter dinheiro para comprar casa ou carro, ir de férias para o Algarve ou fazer turismo no estrangeiro, ou pagar os vícios em tabaco, café ou álcool. Assim, quem gastar por exemplo 1000 € em férias deverá também passar a aforrar 1000 € para despesas de saúde; não fazer assim é um crime e significa que outra pessoa terá de desembolsar mais tarde esse dinheiro.
É necessário criar urgentemente planos de saúde obrigatórios para todas as pessoas sem excepção; cada cidadão tem de se responsabilizar pela sua própria saúde e não ficar dependente financeiramente de outras pessoas quando ficar doente ou inválido. O Serviço Nacional de Saúde não pode continuar a ser tendencialmente gratuito e cada português deve contribuir equitativamente para os encargos que exigirá ao Serviço Nacional de Saúde ao longo da sua vida.
E não compete ao Serviço Nacional de Saúde acarretar despesas com vícios sociais negligentes: combater o alcoolismo, qualquer doença derivada do tabaco, a toxicodependência ou praticar o aborto são exemplos que não têm qualquer cabimento ser feito à custa do orçamento do Serviço Nacional de Saúde ou de médicos formado à custa dos impostos de quem trabalha. Nestes casos compete às próprias pessoas fazerem pagamento cabal dos seus próprios vícios e procurarem por si próprias outras alternativas ao Serviço Nacional de Saúde. Não compete aos outros cidadãos responsáveis suportar financeiramente comportamentos e vícios anti-sociais praticados por outras pessoas.
O estado deve concentrar prioritariamente os recursos do Serviço Nacional de Saúde para quem precise e que seja responsável; trata-se simplesmente de uma questão moral e ética. Só assim poderá continuar a ser viável a existência de um Serviço Nacional de Saúde público.
segunda-feira, 4 de julho de 2011
538. Pastas de dentes de múltipla protecção
Plano de defesa contra as cáries - Cor, sabor e consistência nada revelam sobre o poder de um dentífrico. O flúor é o ingrediente que mais intervém na prevenção das cáries. Segundo a Direcção-Geral da Saúde, um produto para adultos deve conter entre 1000 e 1500 ppm de flúor. Uma quantidade inferior compromete a eficácia. Se for superior, há o risco de atacar o esmalte ou provocar desmineralização e manchas, sobretudo em crianças pequenas. A quantidade de flúor que medimos em laboratório nunca é muito diferente da anunciada pelos fabricantes.


